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Aline Luziana Ribeiro
Comentário ·
há 5 anos
Oitiva de testemunha por carta precatória.
Eliete Batista
·
há 7 anos
Só uma correção, o artigo correto é 447 e não 477 como constou na peça.
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Aline Luziana Ribeiro
Comentário ·
há 10 anos
Juíza proíbe decotes, transparências, saias curtas e shorts em fórum de Cambará/PR
Jucineia Prussak
·
há 10 anos
Discordo da opinião dos nobres colegas, mas os respeito.
Acredito que aos profissionais do direito as vestimentas falam muito mas exigir dos cidadãos comuns que se adequem a portaria é um tanto contra senso.
A portaria é voltada não somente aos profissionais da área, mas a toda a população!
Não vejo como indecorosa a situação em que um trabalhador (agricultor ou gari - que trabalha abaixo de sol) sai do seu trabalhado para comparecer como testemunha em uma audiência trabalhista só pelo fato de estar vestido com uma blusa regata.
Há uma inversão tão grande de valores hoje, que as pessoas estão dando muito mais valor as vestimenta do cidadão do que ao próprio caráter.
Lamentável.
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Aline Luziana Ribeiro
Comentário ·
há 10 anos
Juíza proíbe decotes, transparências, saias curtas e shorts em fórum de Cambará/PR
Jucineia Prussak
·
há 10 anos
Só falta dizer que homem com braço de fora (uso de regata) é indecoroso.
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Marcelo Pereira
Comentário ·
há 8 anos
Ação popular pede afastamento imediato da ministra Damares Alves do cargo
DR. ADEvogado
·
há 8 anos
Será que não teriam coisas mais importantes para esses advogados impetrarem ação, perca de tempo e busca por fama.
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Rick Leal Frazão
Comentário ·
há 8 anos
O STF decidiu que pode terceirizar. E agora? Devo terceirizar tudo?
Rick Leal Frazão
·
há 8 anos
Vinicius, no caso dos juízes isso não é possível devido à exigência constitucional de concurso público e no caso dos parlamentares devido à exigência de eleição. De qualquer maneira concordo com o seu raciocínio de que é injusto.
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Christina Morais
Comentário ·
há 8 anos
MEC: Chega de médicos; precisamos de mais advogados (?!).
Elenilton Freitas
·
há 8 anos
Qualificação pós graduação também é uma coisa bem relativa. Bemmmm, bemmmm relativa mesmo. Eu, por exemplo, tenho uma pós latu sensu financiada por meu pai, como uma espécie de "continuidade" da minha educação. Uma vez no mercado, por minha conta e risco, jamais ganhei o suficiente para bancar minha strictu. Isso não me incomodava, até há bem pouco tempo, pois sempre fui prática, como os engenheiros, cuja classe é unânime em reconhecer que as stricuts sensu só fazem sentido pra quem for seguir carreira acadêmica (pra quem não entendeu, leia-se, a grosso modo: quem for dar aula em faculdade ou dedicar carreira a pesquisa científica). Como nunca me importei com carreira acadêmica, não esquentei a cabeça. Até que, nos últimos anos, graças a uma série de alterações nas políticas de educação, comecei a ver, em todas as classes e seguimentos, pessoas "semi" analfabetas, tituladas de mestres e doutores. "Semi" é uma cortesia minha. Acho realmente revoltante. De um lado, exigem que o advogado praticamente trabalhe de graça, e de outro, que para ser considerado "bom" possa pagar por um curso cuja mensalidade custa quase a totalidade de sua renda de subsistência? Ora façam-me o favor.
Então, desabafo dado, deixo um recado à população em geral: não se enganem e nem se deixem impressionar pela "titulação" de um advogado. Leia o que ele andou escrevendo, e pesquisem sobre a média de sucesso que alcança nas causas que patrocina. Se informem sobre tudo isso e, acima de tudo, confiem na indicação de ex clientes. É isso que faz o advogado. Nós temos que ser cultos, estarmos atualizados, sabermos atuar. Isso, nós alcançamos com a base de ensino que tivemos, e com os estudos constantes ao longo da vida. A partir da titulação, desde o bacharelado (formatura), bem como as pós graduações que tivemos oportunidade de fazer, até o dia em que morremos, somos todos, essencialmente, auto ditadas, pois a legislação muda como as estações do ano. Não adianta ser "doutor" cujo título já conta com 20 anos, se HOJE, não estamos preparados para a causa que nos é apresentada HOJE. Saibam que não existe nenhum curso, nenhum mesmo, que ateste o preparo do advogado para a atuação na defesa dos seus interesses. Isso, quem determina, é o mercado. Ou seja: são os clientes.
Mas, além de tudo isso, o mais essencial é a confiança. É sentir firmeza no contato com o advogado. Sentir que o que ele disse em uma consulta preliminar está de acordo com tudo o que você pesquisou antes sobre seu caso. Sentir que o que ele diz, faz sentido. Sentir que ele irá de fato, agarrar sua causa com unhas e dentes e irá estudar e varar noites em claro pesquisando, para garantir ao máximo suas chances de vitória. Confie em seu "feeling".
E, para terminar, leiam o que escreveu Elenilton. O problema que ele apresenta existe e mais: não apenas na graduação, mas nas pós graduações também. Que fique isso muito registrado.
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